Conclusão & Aplicação

Conclusão e aplicação (que alguns chamam de “apelo”) são a mesma coisa em um sermão?  Alguns manuais de homilética falam apenas em aplicação e outros apenas em conclusão. Já outros, tratam dos dois assuntos, normalmente de forma distinta. Assim é possível encontrar ao menos três respostas para esta pergunta. 

A primeira é “não”.  Alguns homiletas fazem uma nítida distinção entre os dois.  Após o desenvolvimento vem a aplicação e depois uma conclusão formal.

A primeira é “em termos”.  Sermões que costumam ser estruturados em dois ou mais blocos, partes ou pontos principais, via de regra apresentam alguma aplicação no final de cada um deles. A parte inicia com o “então” e termina com o “agora”.  Alguns homiletas vão além, prevendo a possibilidade de inclusão a qualquer momento: “Aplicações sermônicas podem aparecer em qualquer ponto do sermão… Aplicações ocorrem no início, inseridas durante a mensagem, ou aparecem na conclusão do sermão.”[i]  Ou seja, embora existam aplicações ao longo do desenvolvimento, no final da última parte a aplicação pode se transformar em conclusão, ou vice-versa. 

A terceira é “sim”.  Alguns formatos de sermão possuem apenas três blocos básicos: introdução, desenvolvimento e conclusão.  Nestes casos, é comum a aplicação e a conclusão se mesclarem, se tornando uma única e mesma coisa.  Sermões de caráter indutivo também costumam seguir este padrão final. (djj)


[i] Baumann, 253.

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