Formatando o sermão

Um dos expoentes da homilética norte-americana, Fred B. Craddock, argumenta que nenhuma forma é tão boa que eventualmente não venha a se tornar entediante para o ouvinte e o pregador.  A repetição tende a erodir a vitalidade do sermão.  Por isso, o pregador deveria encontrar e empregar novas formas para o que já é familiar.  Somente assim a “a mesma forma antiga” não será sinônimo de “o mesmo sermão antigo”.[i]

Já Bauermann diz que mais de um método deveria fazer parte do repertório do pregador.  Previsibilidade do púlpito é mortal para o ouvinte. Variedade, surpresa e mesmo novidade são imperativos para que os ouvintes sejam envolvidos, desafiados, revigorados pela Palavra de Deus.  Muitos ouvintes “têm ouvidos e não ouvem, tem olhos e não vêem por causa de pregação rotinizada”.[ii] 

Talvez o principal foco da variedade da pregação seja então a questão do formato do sermão. Diante de tantas possibilidades, onde o pregador deve investir seu tempo e energia? Quais formatos? (djj)


[i] Craddock, preaching 177

[ii] Bauermann, 85, 87

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