A escolha das palavras

A preocupação que você como pregador deve ter na escolha das palavras e a sua combinação, e com a força expressiva que elas podem ter, não é uma opção; é um compromisso inalienável com a Palavra de Deus. Você tem na própria Escritura o exemplo dessa postura. Em Eclesiastes 12.9-11, vê-se que o Pregador, além de ser um sábio, “ensinou ao povo o conhecimento” (temer a Deus e guardar os seus mandamentos – cf. v. 13). E como o Pregador ensinou? Quais foram as suas providências? Ele próprio explica: “Procurou o Pregador achar palavras agradáveis, e escrever com retidão palavras de verdade” (v. 10). E por quê? Porque as palavras dos sábios, usadas com sabedoria, “são como aguilhões, e como pregos bem fixados as sentenças coligidas” (v. 11).
A Palavra de Deus tem poder em si, como a Escritura também demonstra. Ela tem um caráter forma criativo, transformador, renovador através da ação do Espírito Santo. Contudo, sua eficácia depende também de como ela é articulada por você e recebida pelo ouvinte. O seu papel como pregador é fazer com que ela chegue com a maior potencialidade possível até os ouvidos do que a ouvem. Seu papel é ajudar os ouvintes a ouvirem. (djj)

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