Ilustrações: busque a familiaridade

Garanta que as suas ilustrações evoquem o máximo de resposta possível dos ouvintes. Procure trazer os cenários para perto deles. Para congregações urbanas, ilustre com cenários familiares ao ambiente urbano. Para cenários rurais, ilustre com cenários rurais. Isso porque elas precisam ser compreensíveis para as pessoas. Se elas residem em uma base que está fora da experiência delas, sua eficácia será menor. Garrison diz que uma ilustração que tem base fora da experiência de qualquer ouvinte tem sua compreensão dificultada – pode ser impossível para o ouvinte “caminhar sobre a ponte construída pelo pregador”. A familiaridade ajuda nesse processo.
Imagine que você quer ilustrar um ponto do seu sermão usando uma ilustração que remete às pirâmides do Egito. É provável que ela será apresentada para três tipos básicos de ouvintes: a) Os que nunca ouviram falar nas pirâmides; b) O que já ouviram falar delas, leram sobre elas ou viram imagens delas; c) Os que já a viram pessoalmente. Dependendo do aspecto abordado sobre as pirâmides, as pessoas do grupo a) provavelmente terão pouco proveito da ilustração. Já os ouvintes do grupo b) poderão entender melhor o ponto de comparação ou ilustração. E o melhor proveito obviamente será dos ouvintes do grupo c). Se você julga que a ilustração pode não ser compreendida por parte dos seus ouvintes, é melhor não utilizá-la. (djj)

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