Pregar exige trabalho árduo

“A prática não ética mais comum de pregadores é de prestar pouca ou nenhuma atenção às demandas retóricas da comunicação homilética, mas simplesmente tropeçar em frente, justificando seu discurso nada elegante com apelos de “ser pessoal” ou da primazia do conteúdo sobre a forma. Vezes demais, todavia, a verdadeira razão para isso é que eles simplesmente não foram capazes de devotar o tempo e o esforço para encontrar as palavras apropriadas e ordená-las de tal forma que as idéias sejam clara e elegantemente expressas… Na mesma medida em que estes pregadores evitam o trabalho árduo de composição e organização, de escrever e rescrever…eles estão agindo de forma não ética, pois estão sendo irresponsáveis à arte que é requerida pela sua atividade.” (Skudlarek, William F. “The Ethics of Preaching”. In: Ethical Issues in the Practice of Ministry. Bayajian, Jane, ed. Minneapolis United Theological Seminary of the Twin Cities, 1984, pp. 39-43.)

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