A atitude dialógica de Jesus

Jesus teve uma postura dialógica. Ele procurava envolver seus ouvintes através de uma atitude indutiva. Ele fazia perguntas e fazia as pessoas pensarem, tirarem suas próprias conclusões, e com isso as levava gradativa e sugestivamente de um estágio de aprendizagem ao outro. O Mestre não forçava o entendimento dos ouvintes com uma série de proposições e respostas prontas, mas gentilmente os guiava, ensinava, treinava. Sua intenção era que eles tivessem uma participação ativa, imaginativa.
Ao invés de subir em um púlpito (para citar uma facilidade comum hoje em dia) para pregar – e com isso determinando o tema da mensagem –, Jesus permitia que as pessoas entrassem em diálogo com ele. Cerca de cinqüenta por cento dos encontros com interlocutores registrados nos Evangelhos foram iniciados por ouvintes.
A atitude dialógica de Jesus tem seu impacto ampliado pelo fato de Jesus fazer uso intenso do “banco de memórias” dos seus ouvintes. Através de referência direta ou analogia, ele se conectou com eles usando sal e lâmpadas, pastores e ovelhas, patrões e empregados, videiras e figueiras, ricos e pobres. Ele falou sobre adultério, raiva, avareza, honestidade, alegria, casamento, dinheiro, sexo, impostos, eternidade, fé.
(djj)

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