Imaginação e preparação

A fusão da linguagem poderosa e criativa de Deus com a linguagem humana, com todo o seu potencial criador, é o que caracteriza, em termos gerais, o sermão. Deus opera, cria através da sua Palavra, a qual é proclamada de forma criativa, encarnacional.
O uso de uma linguagem concreta, encarnacional, ajuda os ouvintes, além de ouvirem, a verem, a sentirem. Ela faz com que a mensagem ganhe contorno, textura, cor. Isso ajuda o pregador a se projetar na experiência dos ouvintes e a colocar a verdade em imagens que as pessoas possam captar melhor e a mensagem durar mais em suas mentes. Ela procura expressar da maneira mais vívida possível a nossa experiência da presença e do poder de Deus.
Apesar da importância da imaginação para que os ouvintes sejam ajudados a “ver” a verdade, isto não significa que você seja isentado de todo o trabalho lógico envolvido processo do evento-sermão. O uso imagético não pode ser considerado um escape de uma preparação disciplinada do sermão. Na verdade, o uso da imaginação é um elemento que deve se somar a essa preparação.
Além disso, convém lembrar que em existem momentos em que há necessidade de se utilizar um argumento de uma forma clara e direta. Ou seja, nem sempre o uso imagético é o mais indicado. O seu bom senso e a sua criatividade devem determinar a ênfase adequada.
(djj)

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