O perigo da aplicação genérica no sermão

A irrelevância pode se situar especificamente na aplicação do sermão. O sermão naturalmente agrega uma série de informações. É da sua natureza. Mas ele precisa ir além; precisa deixar claro que “esta é a Palavra de Deus e é isto que ele espera de você, quer que você faça”.
Uma queixa constante de ouvintes está exatamente neste ponto. Estas são algumas afirmações de uma pesquisa que fiz:
– Eu sei o que Deus espera de mim. O que preciso é que o pastor me diga como viver a vontade de Deus em meu dia-a-dia.
– Parece que o pastor se esquece que eu preciso que a Palavra de Deus é dita para mim. Ele fala em termos genéricos e não a conecta comigo.
– Eu sinto falta de sermões mais “práticos”.
– É comum pastores fazerem sermões maravilhosos, que me levam até o céu. Mas o problema é que eles não me trazem de volta – e eu vivo aqui!
É na aplicação, de uma forma marcante, que você precisa ser específico. O destino final do texto bíblico deve ser esse.
Uma das formas de se evitar o uso de pregação genérica está no emprego de perguntas indutivas. Através delas, o ouvinte é conduzido a chegar a uma ou mais conclusões através de inferência. Elas começam com um princípio geral e então procura aplicá-la.
(djj)

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