Ilustrações # 02

Garanta a relevância

Uma ilustração irrelevante prejudica o sermão. O efeito é o inverso. Mas normalmente é aí onde os pregadores costumam falhar. Talvez você já tenha passado por situações assim: Quando descobre alguma ilustração interessante durante a preparação do sermão, sente-se tentado encaixá-la de qualquer maneira. Isso significa priorizar o “bom” e não o relevante. Normalmente esse uso acaba sendo arbitrário e prejudicial.
Uma boa ilustração precisa ser convincente. O ponto de comparação precisa funcionar. O ouvinte precisa aceitá-lo como válido. Uma história fantástica, por exemplo, não é crível. Ilustrações claramente exageradas costumam alertar o mecanismo de defesa dos ouvintes. A mesma coisa aconteça com as que são claramente forçadas, ”empurradas” para dentro do sermão. Robinson comenta que cada pregador “conhece a tentação de seguir uma história porque ela é poderosa. Mas se a história não lança luz ao ponto, ela irá reduzir a claridade, pois ela faz com que a audiência foque na conexão ao sermão e não ao ponto.”
Assim, se você julga que é oportuno utilizar uma história em determinado momento do sermão, esteja convencido de que ela de fato pode iluminar. Ilustrações que diminuem o argumento não devem ser utilizadas. E, especialmente, evite utilizar ilustrações que iniciam com algo desconhecido – e terminam com algo desconhecido.
(djj)

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