> O perigo da pregação genérica

A “praga da pregação genérica” pode ser resumida em um exemplo citado por Deffner:

Há não muito tempo eu ouvi um “sermão”. Durante dezoito minutos o pregador falou de forma entediada sobre o “fato” de que “você é um filho de Deus”. Ele não me disse nada de novo. Não havia um pensamento original na mensagem. Sua fraca tentativa de inserir o que ele pensou que provavelmente fossem “ilustrações”, na verdade eram simples recapitulações mentais do tipo: “Aconteceu que estava vendo a revista Time outro dia…”; “Eu estava dirigindo para o hospital para fazer algumas visitas quando repentinamente me ocorreu que…”; “Eu estava no avião e aconteceu de iniciar um diálogo com…” Obviamente não houve preparação real, nenhuma busca por ilustrações adequadas, nenhum estudo profundo nem do texto bíblico nem da vida contemporânea – assim como também não havia perguntas indutivas que me confrontasse com a Lei e o Evangelho do texto. Eu fui para casa não apenas não alimentado, mas com raiva…”

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