> Livro 11: Uma paixão pelo Evangelho

Dica de leitura 03

A Passion for the Gospel – Confessing Jesus Christ for the 21st Century (“Uma paixão pelo Evangelho – Confessando Jesus Cristo para o século 21”) traz uma proposta interessante: temas relacionados com o título do livro que são acompanhados de exemplos de sermões.  Cada tema tem dois capítulos e dois sermões. O livro foi publicado em 2000 pela Geneva Press, EUA.  Os editores são Mark ImagemAchtemeier e Andrew Purves.  Os autores são da Igreja Presbiteriana. Tem 222 páginas.

O livro não trata especificamente sobre pregação.  Ele envolve liturgia, evangelismo, sistemática. Todavia, a sua fundamentação, ao afirmar que a vida cristã não é uma abstração que representa as ideias de Jesus, mas um vivo e vibrante relacionamento com ele, coloca bases que também abrangem a proclamação cristão do púlpito.

O livro possui cinco seções, cada uma lidando com um tema teológico: 1. Confessando Jesus Cristo; 2. Palavra e Sacramento; 3. Nossa vida em Cristo; 4. Cristo em nós; 5. A Igreja, o corpo de Cristo.

Para fins de exemplificação, veja o conteúdo da Parte 2.  Os dois capítulos, por dois autores diferentes, são: “A fala de Deus e a nossa pregação” e “A missão da Igreja por meio da celebração dos sacramentos”.  Os dois sermões, por outros autores, tem como título “A verdade como busca e encontro” e “Uma invenção de duas partes”.

Anúncios

> Deus é um comunicador

  • “… E Deus rompeu o silêncio!”
    Este é o título de um interessante livrete de 52 páginas, escrito por Pedro Gilberto Gomes e publicado pela Editora Paulinas, em 1980.
  • (Gomes é teólogo católico e professor de comunicação na Universidade do Vale do Rio dos biblia2Sinos (Unisinos, São Leopoldo, RS).  É mestre e doutor em Ciências da Comunicação.  Exerce a função de pró-reitor acadêmico da Unisinos.
  • Lembrei deste livrete por duas razões principais.  A primeira: o conteúdo se enquadra em um “movimento” que começou na Igreja Católica brasileira na década de 1970.  De um lado, começaram estudos para fazer uma “teologia da comunicação”.  De outro lado, iniciou-se um amplo movimento para uma “leitura crítica” dos meios de comunicação.  O livre de Gomes se enquadra na primeira abordagem, transformando-se em um dos primeiros estudos nesta área.
  • Para o autor, comunicação é essencialmente um processo de diálogo.  Por esta razão, ele inicia seu estudo a partir do “diálogo” de Deus ainda na Criação.  A primeira “comunicação” de Deus foi a própria criação.  Depois, entram em cena a queda em pecado (a quebra do diálogo entre o Criador e a criatura, a escolha de um povo para estabelecer uma nova comunicação, os profetas como “vozes” de Deus e, finalmente, a comunicação plena de Deus: a Palavra, o Verbo encarnado, Jesus Cristo).  A partir do imperativo missionário de Jesus de “fazer discípulos”, este “diálogo” de Deus em Jesus se torna tarefa da Igreja Cristã – ela precisa continuar a comunicação (a sua ação missionária).  A Igreja agora é a “voz” de Deus.
  • A segunda razão é, digamos, sentimental.  Este livrete foi uma das primeiras e principais fontes bibliográficas quando comecei a realizar estudos nesta área – a começar por um TCC para um curso de Teologia elaborado em 1984.  Por último, ele se tornou uma espécie de “roteiro” para o meu livro Pregação Criativa (2010, capítulo 1 – Da fala de Deus à fala do pregador).  Ou seja, ao longo dos anos tem sido uma referência para mim.  Já o “carrego” comigo há uns 28 anos.

    Nota: O livrete está esgotado há muitos anos, razão porque não o coloco como “dica de leitura”.  Em uma pesquisa na Internet, encontrei somente um exemplar à venda em um sebo virtual.  Mas dica a “dica”, pois vale a pena.)

> Livros 05: Televisão e Religiosidade

Dica de leitura 03

Este meu livro foi publicado a partir de estudos realizados para um trabalho de conclusão de curso (TCC) do curso de Jornalismo da Universidade Luterana do Brasil (julho de 2007).  Ele tem o mesmo título da pesquisa: A televisão como veículo para o exercício da religiosidade – O caso da Igreja Evangélica Luterana do Brasil. (Ielb).

Após uma introdução teórica sobre fundamentos bíblico-teológicos dacover_front_medium comunicação, o o livro traz um capítulo que faz um levantamento resumido sobre o uso da televisão para comunicar o Evangelho no Brasil, incluindo a Igreja Católica e Igrejas Evangélicas, iniciando na década de 1950 até meados da década de 200 (quando o estudo foi encerrado).

O Capítulo 3 traz uma visão geral do uso dos veículos de comunicação pela Ielb, particularmente a televisão.  É feito um levantamento histórico a partir da década de 1940 até meados de 2000.  Também é contemplado um estudo sobre a presença do tema “comunicação” nesta Igreja.

O último capítulo é composto por uma visão histórica dos programas regulares que existiram (ou ainda existiam na história da Ielb quando a pesquisa foi encerrada (2007)).  Nove programas regulares são analisados.

O tema proposto pelo livro é fartamente documentado: são 209 notas de referência e várias dezenas de indicações bibliográficas.  O livro tem 108 páginas.

Trecho: “O ano de 1984 marcou o apogeu da Ielb no uso da televisão como veículo evangelizador.  A Igreja tinha programas em oito canais de TV… Estes programas tinha a duração total de 93 minutos, utilizados semanalmente.”

Nota:  O livro somente está à venda diretamente (como novo) pelo Clube de Autores.  Pode ser adquirido de forma impressa (mais frete), ou como e-book.  Link: http://www.clubedeautores.com.br/book/118364–A_televisao_como_veiculo_para_o_exercicio_da_religiosidade